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Um diamante é descrito pelo formato e por quatro medidas de qualidade: lapidação, cor, pureza e quilate. O formato é questão de gosto. Os quatro Cs são onde a escolha de fato se decide, e nem todos pesam o mesmo.
O formato é o contorno da pedra vista de cima. É a única escolha aqui sem melhor ou pior, apenas o que combina com a mão e com a peça.

Cinquenta e sete facetas dispostas para devolver mais luz que qualquer outra lapidação. A referência em brilho, e o padrão contra o qual todos os outros formatos se medem.

Um brilhante alongado. Parece maior que um redondo do mesmo peso e alonga o dedo.

Redondo de um lado e afilado em ponta do outro. Usado com a ponta voltada para a ponta do dedo.

Pontiagudo nas duas extremidades. Distribui o peso pela maior área de frente entre todos os formatos.

Retângulo de cantos chanfrados e facetas longas em degrau. Reflete planos largos de luz em vez de cintilar, e esconde muito pouco, então a pureza pesa mais aqui.

Quadrado com facetamento de brilhante. Cantos vivos e muito fogo.

Quadrado de cantos arredondados, facetado para reflexos largos. O mais suave e caloroso dos formatos quadrados.

Lapidação quadrada em degrau com cantos bem marcados, formando quadrados concêntricos que puxam o olhar para dentro.

O contorno da esmeralda com o facetamento do brilhante. Cantos chanfrados, mas brilho pleno.

Uma gota dividida no topo. Depende de simetria acima de tudo e fica melhor a partir de meio quilate.
Não. O redondo brilhante devolve mais luz, e cada outro formato troca um pouco de brilho por personalidade. O certo é o que combina com a mão e com a peça.
Os alongados. Oval, gota, navete e radiante mostram mais superfície de frente, então parecem maiores que um redondo do mesmo peso.
Pedem uma cravação que proteja as pontas, que é onde a pedra lasca. Uma cravação bem-feita resolve isso discretamente.
Ainda em dúvida
Escreva para o ateliê e conversamos com calma, seja sobre uma medida, uma pedra ou o acabamento de uma peça.
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